Agressons contra o galego e outras línguas
Algumhas destas notícias, em titulares, para fazermo-nos umha ideia:
La Academia Francesa no reconoce las lenguas regionales
A França pretendia implementar medidas aberturistas a respeito daquelas línguas faladas em território francês que até o de agora nom goçavam de status de oficialidade qualquer. Mas a Academia (sempre os académicos...) disentem; temerám perder parte dos seus privilégios como elite pagada com fundos públicos que som se o estado francês investe nalgum tipo de política de recuperaçom do catalám, o euskara, o bretom ou o occitano? Conhecido é o jacobinismo francês; o interessante da notícia é observar os argumentos dos académicos para aprezar de quê fontes bebem Galicia Bilingüe e grupúsculos similares.
Un joven rechaza un empleo al ponerle como condición que no hablase en gallego
Domina siete idiomas y aspiraba al puesto de recepcionista en un hotel de Vigo.
Nada novo baixo o sol (ou devo dizer "cara al sol"?). O Tangaranho já sofreu no seu dia nas suas próprias carnes como trata o sector hotaleiro à língua galega e ao povo galego. O quê pensa fazer o "governo de progresso ao respeito"? Menos dar-lhe à língua gratuitamente em declaraçons públicas e mais fazer pola língua com factos reais.
Un crego de Vedra pide na folla parroquial que desapareza o galego
"Tamén os meus pais usaron o arado romano e o carro de bois e agora úsase o tractor, o coche e máquinas modernas", comeza o texto.
...e total, para quê vamos andar com reviravoltas? No nome de Deus já se massacrou aos judeus, já se escravizou a povos inteiros, já se erigirom ditaduras que torturarom e assassinarom em massa por razons religiosas e mesmo políticas...agora toca ir a polos galego-falantes (entre eles os seus próprios fregueses?)
E no méio deste marasmo, a ridícula RAG (já digo, sempre os académicos...) zorregando aos que ousamos dizer "Galiza" (No diga usted Galiza, no diga usted Galiza...) como se os que mais nos partimos a cara neste país pola língua (que curiosamente somos os que pronunciamos o vocablo impronunciável) fóssemos os inimigos do galego. Aos verdadeiros inimigos do galego, a esses que no seu dia chamarom até de nazistas a estes preclaros e elitistas (e pusilánimes, e caricatos...) académicos, a esses, nem tocá-los. Tudo o contrário, ainda lhes presenteiam em bandeja mais umha vitória.
2 Comments:
Unha nova triste pero nada especial porque sabemos que os cartos, a politica e a igrexa estan en contra da diversidade.
nada novo baixo o sol...
para mim, também aqui onde eu vivo, a reflexom sigue a ser que a língua se defende bem dos idiotas, mas que a nós, a nós, quem nos defende a nós dos iditoas
(e desculpe vostede a autocita)
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