terça-feira, janeiro 15, 2008

...y en esto se fué Fidel (mentiras sobre Cuba)

Já temos reproduzido neste blog algum artigo de Pascual Serrano; hoje temos que voltar a falar deste exemplo de jornalismo honesto, um dos poucos que devem ficar nesta Europa tam gloriosamente capitalista e imperialista. Concretamente vamo-nos referir a um artigo que fala da retirada de Fidel, umha retirada parcial, já que nom se trata de umha despedida total da política activa, simplesmente trata-se de que Fidel deixará de ser Presidente de Cuba em breves.

O caso é que, enquanto se souvo dos problemas de saúde do mandatário, começarom a se disparar as especulaçons sobre o final da Revoluçom cubana, e resulta que as tais especulaçons estám a ficar em águas de bacalhau, tal como o companheiro Serrano assinala. Com efeito, a vida política e institucional da ilha segue o seu curso, a sociedade assome com absoluta normalidade a nova situaçom...e o imperialismo, está entre a ira e o desconcerto.

A mim esta situaçom nom me surpreende, já que tivem já bastante ocasions de falar com gente de Cuba. Todos lhes perguntávamos insistenteme: "e quando morra Fidel...quê?" E todos respondiam o mesmo; que quando morresse Fidel, o povo seguiria avançando em direcçom ao socialismo, construindo umha Cuba dos trabalhadores e as trabalhadoras. Pois isso, Cuba avança. Como di a cançom, Cuba va!


cubainformacion.tv

4 Comments:

At 9:41 PM, Blogger Suso Lista said...

Mentras exista a Cuba revolucionaria, haberá esperanza pro mundo, sobre todo pro mundo pobre.

 
At 8:40 PM, Blogger FraVernero said...

Bueno... xa veremos o que pasa cando morra Fidel. Certamente, a miña impresión cando estiven brevemente alá foi outra (anque tamén, cada persoa que coñezo, incluído a mesma que viaxou comigo, acaba tendo unha opinión diferente sobre o tema...). Eu son algo máis escéptico sobre as posibilidades de que continúe un modelo 'socialista real' de organización política na Illa (e digo política porque de Planificación económica á vella usanza xa nen falar en ningún dos países que seguen gardando a etiqueta do socialismo, claro), e creo que moita da xente está por unha mudanza e acceso aos bens de consumo e ao modelo occidental. Nin tampouco lles culpo, xa que considero hipócrita a clásica atitude do intelectual progre occidental, que agarda que os demais loiten mentres el disfruta das prebendas do Capitalismo Serodio...

O dito: agardar e ver, claro...

 
At 10:04 AM, Blogger O Raposo said...

Estiven en Cuba no 94 e daquela a gran maioría do pobo cubano quería e desexaba seguir avanzando na senda do socialismo real. Pero daquela a hoxe quizais mudou a situación, non sei.
Lembro agora unhas verbas que nos anos 80 dixo nun concerto o cantautor cubano Carlos Puebla: " A estos señores imperialistas yanquis no les gusta el socialismo, pero a nosotros si".
Oxalá sigan sendo certas.
Apertas.

 
At 12:48 PM, Blogger tangaranho said...

Bom, eu penso que a análise de Pascual Serrano é bastante real. Polo menos eu nom vejo em Cuba as multitudinárias manifestaçons contra o regime que houvo no seu dia na RDA, em Polónia, nalgum momento em China, ou recentemente em Birmánia.

Em qualquer caso nem há a desesperaçom nem o caos que alguns vaticinavam. Por certo que, se em 94 a maioria do povo queria seguir na senda do socialismo, e nom eram precisamente bons momentos, imagino que agora com mais razom, apesar de tudo.

 

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