Poema sem qualidade, mas sincero
Nom escorregarám lágrimas polo meu rosto
Nem se me encolherá o coraçom
Quando veja o teu corpo banhado em sangue,
Quando escuite o teu alento a se extinguir
Nesse leito de asfalto
Nom haverá indignaçom a correr polo meu sangue,
E embora
Sim que haverá certo sentimento de humilhaçom vingada.
Eu lembro a tua bota nas costas do operário
O som da tua porra a cortar o ar
Eu lembro Ferrol e lembro Gasteiz.

4 Comments:
é unha marabilla
O que realmente importa é a sinceridade anjo.. até pq, se ela não existe, a beleza do poema se perde.
Obrigada por todo carinho viu. Te gosto tantão.. beijos.
debámonos tan soio á sinceridade
E aí, Tangaranho? Tudo bem? Gostei de seu poema e vc que sabe um pouco de minha história pode bem entender por quê. Um abraço brasileiro do Bernardes
http://bernardes.neto.blog.uol.com.br
que se mudou para
http://bernardesdemoura.blogspot.com
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