terça-feira, maio 10, 2005

Ficariam tranquilos!!!

A CIG vem de anunciar que declarou a NÓS-UP organizaçom "non-grata" e que decideu prohibir a concorrência desta organizaçom "nas manifestaçons organizadas polo sindicato". Suponho que, no fundo, já estava previsto tomar esta decisom e que só se estava a aguardar o momento mais oportuno. O acontecido em Vigo pinta-lhes umha ocasiom que nom podem desaproveitar, para apagar os elementos incómodos do que o BNG sempre considerou a sua leira particular. Já fixeram algo parecido com a ÁPU. Mas continua a ser muito chamativo que os maus e as más da fita sejam @s militantes e simpatizantes de NÓS-UP, e nom o sub-delegado do governo espanhol na província de Ponte Vedra, nem os responsáveis policiais que estavam alí, na manifestaçom do Primeiro de Maio, ao mando dos agentes que cargarom na Porta do Sol, e que nom haja nem a mais mínima palavra de solidariedade para as pessoas feridas e detidas a causa da brutal actuaçom policial.
Alegam desde o sindicato (...nacionalista?) que para tomar esta decisom tiverom em conta a atitude desrespeitosa de NÓS-UP com a central e o seu papel colaboracionista com o poder na sua campanha contra a CIG. Paranoia pura. Como já tenho dito, a maioria da filiaçom a NÓS-UP que está sindicada pertence à CIG. A quê se referem com isso da atitude desrespeitosa? Se calhar aos centos de incidentes provocados pola própria CIG com os cortejos de NÓS-UP. Incidentes que servirám logo para justificar medidas anti-democráticas como esta. O último incidente ao que assistim foi justamente no Primeiro de Maio, mas na Corunha. As pessoas que levavam a faixa de Galiza Nova acusavam-nos de violar um acordo de ordem dos cortejos na manifestaçom, ao que naturalmente se lhes respondeu que NÓS-UP nom respeita acordos nos que se lhe empece participar, porque tais acordos, como é lógico, para NÓS-UP nom existem. Poido relatar uns quantos incidentes parecidos.
Em qualquer caso, mais umha vez se confirma que a CIG nom pretende ser o sindicato da classe operária galega, ao serviço dos trabalhadores e trabalhadoras, fora de sectarismos; é o braço sindical do BNG, umha organizaçom ao serviço da Espanha, que hoje por hoje centra os seus esforços no reforçamento das instituiçons espanholas na Galiza. Algum dia falaremos por extenso do BNG.

13 Comments:

At 11:19 AM, Anonymous Bisitari Iraultzaile said...

1. A CIG convocou unha manifestación mañá contra a represión policial, polo que ten claro de quen é a responsabilidade principal dos feridos e detidos do primeiro de maio. Isto non impide que denuncie o voso papel colaboracionista co sistema na criminalizació do nacionalismo, os vosos insultos e calumnias cara o sindicato e a vosa actuación propia de infiltrados policiais na manifestación nacionalista, que serviron en bandexa a excusa para agredir e deter varios manifestantes (varios deles militantes da CIG, por certo).

2. Quen denota paranoia nos seus comunicados non é precisamente a CIG (este que referes é bastante correcto, como podes ler), senón máis ben Nós-UP, que publica textos repletos de difamacións, valoracións absurdas e análises totalmente fora da realidade (como considerar "loita obreira" só as súas accións violentas nas mobilizacións masivas).

3. Polo que sei, o incidente que citas da Corunha, non foi tal, só un comentario dunha persoa de Galiza Nova que vos recriminou que cando esta organización despregara as súas faixas vós vos situásedes xusto diante delas, para quizá "sair na foto", e de novo, utilizar a CIG para acadar protagonismo, que ao cabo foi o mesmo que procurastes en Vigo, desgrazadamene dunha maneira moito máis perigosa.

 
At 2:22 PM, Blogger tangaranho said...

Bem, nom sei quem és, nem sei se falas a título individual, ou se falas em nome da CIG, ou se falas em nome de Galiza Nova...suponho que serám estas opinions verquidas a título individual. Enfim, indo ao grao, e sem importar demasiado quem sejas, porque eu o mesmo che direi a ti que lhe diria a quem for, pontualizaria várias cousas. A manifestaçom da CIG, em primeiro lugar, é convocada baixo um espírito tendencioso e sectário; é dizer, é umha manifestaçom contra a repressom...exercida contra alguns, e nom contra todos. Que lhes batam a eles e que nom nos batam a nós, que os detenham a eles, e que nom nos detenham a nós.Essa é a mensagem. Umha mensagem que já estava circulando o mesmo Primeiro de Maio quando o Suso Seixo categorizava entre detid@s e ferid@s dizendo quem eram e quem nom eram do sindicato, quem eram de NÓS-UP e quem nom eram, etc., etc., e dando conselhos à polícia sobre como deter aos "malfeitores". Bem, terreno perigoso esse, devo dizer...quem exerce aí de colaboracionista? Aliás, a polícia sabe muito bem como agir; nom sejas ingénuo ou ingénua, e pensa que aquí o problema nom é saber como colher a quem tenha rompido nom sei quê montra, que por certo nom responde a nengumha acçom promovida desde NÓS-UP...o problema é que como se derom determinadas acçons directas e a polícia saiu escaldada do seu intento de praticar detençons num princípio, porque o grosso da manife lhe-lo empeceu, cuidado, aquí há uns inspectores e um sub-comissário que tenhem que cobrar o plus de produtividade, e um sub-delegado do governo que ao melhor aspira a umha secretaria geral quando Touriño seja presidente, entom nom pode ser que fique assim a cousa, sem detid@s. Entom, nom lhes importou entrar na Porta do Sol e bater em todo o que se puxer diante, mas nom porque houvera gente de NÓS-UP alí, simplesmente porque havia que fazer a demostraçom de força e como repressália a tod@s @s manifestantes e nom à gente de NÓS-UP em exclussiva. Por certo, se o umha parte importante da manifestaçom fixo frente aos munipas quando se meterom na manife, será que nom estám tam em desacordo com as acçons directas.Digo eu, vaia.Por outra banda, umha parte d@s repressaliad@s nom vam poder assistir à manifestaçom, verdade?

Em segundo lugar, o que nom se pode é ser tam misserável como para nom ter em conta, primeiro, que se pode estar de acordo ou nom com a acçom directa em segundo quê ocasions,mas que em qualquer caso mais violentos som ainda os mecanismos de opressom de classe e de opressom nacional que fam com que precisamente estejamos a sofrer as situaçons que se denunciavam na manifestaçom. Já ves quê inorme dano se lhe fai à banca rompendo-lhe quatro montras de merda...é que é de risa...a quant@s galeg@s expulsa o capital cada ano da sua terra, quant@s trabalhadores e trabalhadoras morrem também cada ano de acidentes laborais, quant@s jovens nom podem aceder à sua primeira vivenda e vem passar ano trás ano sem que essa situaçom mude...vamos agora chorar por umha montra, senhores!!! Por muito acordo que houvesse de nom promover nem alentar esse tipo de actos, se determinadas organizaçons nom podem participar nesses acordos, é idiota pensar que se lhes pode obrigar a cumprí-los. E segunda questom, que como saberás a polícia nom necessita justificaçom qualquer para agredir, espanca em nós porque é umha questom de doutrina, é que há que ser pouco logrado para nom sabé-lo; quantas vezes terám batido na gente sem provocaçom prévia de por meio...?

Outra cousa, onde estám esses insultos e atitudes desrespeitosas com a CIG? Recontrapito que alguns estamos filiad@s.

E por último...ah! inteiro-me agora que Galiza Nova tem lugar preferente nas manifestaçons da CIG; vale, ficas fichado para o serviço de ordem...quê ridículo, por favor.

 
At 7:12 PM, Anonymous Mário H. said...

Meu rei, já sabes por onde ando eu no ideológico, mas a mim o que me cheira aqui (mais bem o que me fede) é que se está bem cómodo de "liberado sindical" e há gentinha que tem medo de aparecer como "radical", não vá ser que se lhes acabe o "choio"...

 
At 8:03 PM, Blogger tangaranho said...

Sim, eu também suspeito que a cousa vai mais bem por aí, em parte. Aliás, claro, de que amola o nom poder utilizar o sindicato como ferramenta eleitoral na medida e com a comodidade que quixeram. Aí tens o incidente ridículo e surrealista da faixa. A ver quando aprendemos a nom fazer leirismo com os movimentos sociais, recordo-lhes aos senhores e senhoras do BNG que nom todas as pessoas filiadas à CIG tenhem carné bloqueiro. O sindicato nom é património mais que da classe operária com consciência nacional.

 
At 8:41 AM, Anonymous Bisitari Iraultzaile said...

Eu tampouco sei quen es ti, cheguei a este blogue por casualidade e aproveito, aquí que podo, para deixar a miña opinión sobre as túas valoracións e, en xeral, as de Nós-UP (organización na que parece que militas) sobre a CIG e o ocorrido en Vigo.

Evidentemente, non falo en nome da CIG, nin menos de Galiza Nova. Ninguén ten dereito a facer tal cousa nas organizacións democráticas, excepto as persoas electas a tal efecto, e menos na sección de comentarios dun blogue, como é o caso.

A CIG nunca pediu o voto para ningunha forza política. Non é ese o problema. Tamén hai xente da FPG ou doutras organizacións políticas na CIG coa que non hai maior problema que o confronto normal que pode existir nos organismos do sindicato.
Non se trata de "limpar" o sindicato do poucos afiliados de Nós-UP (que por certo na CIG fan ben pouco, por non dicir nada). Trátase de responder coerentemente insultos, acusacións e mentiras pronunciadas co único fin de perxudicar a CIG. Insultos peores dos que ten recibido nunca, nin sequera por parte do PP. Corruptos, vendidos, traidores... Dirixidos á CIG e á súa dirección, elexida maioritariamente por toda a militancia do sindicato nacionalista.

Convócase unha manifestación contra a represión policial, que atinxiu a todos e, por desgraza, non só aos que buscaban provocar esa resposta policial. Esíxense responsabilidades a quen se teñen que esixir, e tense claro quen é o inimigo. De feito, na convocatoria da mobilización non se fai referencia a Nós-UP. Mais iso non impide que a CIG poda tomar as medidas que considere oportunas contra unha organización que ten como un dos seus obxectivos -cando menos desde os últimos días- perxudicala. E non se declaran "non gratas" persoas (que por suposto, poden seguir militando -ainda de maneira virtual como o fan agora-) militen onde militen, senón unha organización que se posicionou como inimiga da CIG tanto coa súa actuación como coas súas declaracións.

Nengunha organización coerente podería deixar participar nas súas mobilizacións a quen lle dedica tales epítetos. Tampouco se entende o interese de Nós-UP en participar nesas mobilizacións convocadas por "vendidos", pero alá cadaquén coas súas contradicións.

"Por muito acordo que houvesse de nom promover nem alentar esse tipo de actos, se determinadas organizaçons nom podem participar nesses acordos, é idiota pensar que se lhes pode obrigar a cumprí-los.", dis. Recoñeces, entón, que houbo organizacións (Nós-UP) que se negaron a "non promover nin alentar ese tipo de actos" (ataque a un banco no transcurso dunha mani). Non había acordo ningún con ninguén, posto que a convocatoria corría a cargo da CIG, e é esta central a que define como, cando e con que fin convoca as súas mobilizacións. Galiza Nova tampouco decide por onde vai a manifestación, nin se lle consulta, e non por iso decide pola súa conta ir por outro percorrido alegando que ninguén lle consultou tal decisión.

Á manifestación de onte podía acudir quen quixese, mais non unha organización que se declara inimiga da CIG cos seus insultos públicos e os seus intentos de aproveitarse das mobilizacións desta para beneficio propio. Do mesmo xeito que ao PP, inimigo declarado da CIG, non se lle permitiría acudir como tal a unha mobilización do sindicalismo nacionalista, o mesmo se aplica a vós, que adicastes calificativos, que, como dixen, superan con moito aos que nos dedican os noso inimigos de sempre.


O incidente con Galiza Nova na Coruña, insisto, non foi tal. E dádeslle unha relevancia inexplicábel a un feito que non a ten. Só se vos dixo por parte dunha persoa, creo, que non parecía ben que vos puxésedes xusto diante das faixas de Galiza Nova e da mocidade nacionalista que levaba un rato xa situada na manifestación. Non había orde, nin acordo ningún, só iso. E polo que sei a cousa solventouse ben fácil, facendo o mesmo ca vós, e pasando diante vosa. E insisto en que me parece absurdo ter que dar explicacións sobre algo tan irrelevante como isto, pero ao que vos agarrades para fortalecer o voso discurso vitimista de sempre. Estou seguro de que ninguén de Galiza Nova se lembra xa diso nin lle deu importancia ningunha, nin moito menos para publicalo.

E é que nunca entendín por que vos credes tan importantes. Creo que foi a primeira vez que unha organización nacionalista se referiu a vós publicamente. NUNCA nin o BNG, nin Galiza Nova, nin a CIG até agora -por un caso demasiado grave como para pasalo por alto- vos citara, nin vos tivera en conta para nada. É máis, debedes crer que lle causades algún problema á CIG coa vosa militancia na central. E sinto defraudarvos, pero para nada. Ben sabes ti cantos sodes, e ben sabes o que facedes, que é ben pouco. Alén de aparecer nas manifestacións do Primeiro de Maio ou 10 de Marzo (este ano creo que nin a esta última fostes), que poderíades facelo igual sen militar na CIG algúns de vós, o voso traballo REAL non sindicato brilla pola súa ausencia, e ainda se espera o día en que se vos vexa o pelo por algunha fábrica ou implicándovos de verdade nalgún conflito laboral, facendo TRABALLO SINDICAL DE VERDADE. E cando a CIG se enfrontou hai ben pouco á patronal do SCH, con despedimentos, fortes represalias e unha dura batalla sindical, onde estábades vós? Credes que iso faille a un banco menos dano que romperlle un cristal, que llo paga o seguro e que non representa NADA en relación aos seus ingresos. Por certo, a min pena ningunha polo SCH, e asegúroche que a CIG a mesma, o problema son as CONSECUENCIAS de feitos e "accións" como esas. Por tanto, non terxiverses.

 
At 2:25 PM, Blogger tangaranho said...

Bem, a tua intervençom está cheinha de merda, merda que nem me molestarei em responder. É a mesma merda cínica de sempre. Que porquê nom se fai mais trabalho sindical...nom é possível fazer trabalho sindical a determinados níveis, quando por ser jovem e nom ser um Quintana Boy te puteam, te despreçam, te discriminam e te marginalizam. Porquê? Porque sodes poucos, e nós mais. Bonito argumento. Sem actos violentos de por meio, já tivemos que aturar que se nos tratasse a patadas no sindicato, aguentando insultos dos abnegados popes sindicais que tanto trabalho sacrificado fam pola classe trabalhadora, só por ousar estar organizados noutro sítio que nom seja o Bloque. Sigo esperando a que se me diga onde estám esses insultos à CIG. Suso Seixo nom é a CIG, simplesmente é o Secretário Geral do meu sindicato, e tenho direito a criticá-lo, como tenho direito a criticar à CIG, seja ou nom seja filiado à CIG. NÓS-UP critica à CIG quando a tem que criticar;por exemplo quando assina grandes acordos político-institucionais polas infra-estruturas sem ter em conta a vertente social do problema e fazendo frente comum com a burguesia na defesa dos seus interesses estratégicos ou assina vaquidades como a Declaraçom de Rianjo. Criticar isso, nom é insultar. Por outra banda, nom é que tivera umha inorme importáncia o da Corunha, mas como já tenhem acontecido cousas parecidas, pois haverá que começar a pensar que é umha provocaçom de manual. Nom fum eu quem mencionou acordo nengum; simplesmente foi esse senhor ao que tu te refires quem fixo mençom a nom sei quê ordem, ao que se lhe contestou que nom nos constava.

 
At 3:19 PM, Anonymous Bisitari Iraultzaile said...

Por certo, Nós-UP di:

"Porém, especialmente grave resulta o papel abertamente colaboracionista assumido pola organizaçom juvenil do BNG, Galiza Nova, que declarou aos meios de comunicaçom que os ataques a bancos "foi realizada por um membro de NÓS-Unidade Popular". A funçom de chivata que Galiza Nova assumiu hoje em Vigo supom umha agressom à nossa organizaçom e ao conjunto do movimento popular galego, situando esse grupo do lado dos repressores.

Pola nossa parte, tomamos boa nota do lugar que definitivamente Galiza Nova decide ocupar no conflito histórico que enfrenta o nosso povo com o Estado espanhol e as suas forças repressivas."


Oviando o tono de ameazas (o mesmo tono que adoptou, según sei, un dos teus compañeiros no manido "incidente" da Coruña, ao berro de "tontorrón-tontorrón!!" dirixido a un militante de GN), dicir que iso é ABSOLUTAMENTE FALSO. Nós-UP asumiu literalmente unha intoxicación dun medio de comunicación español, a pesar de que Galiza Nova desmentiu tal información, pero parece que todo vale para enmerdar contra o nacionalismo, niso tamén coincidides co PP.

Desculpouse publicamente Nós-UP?

 
At 2:14 PM, Blogger tangaranho said...

Segundo sabes de quê e de quem? Venha, homem, deixa já de mentir, que estamos fartos das tuas monsergas de bloqueiro histérico, o que vos passa a vós é que ides perder três deputados, entom tem que pagá-las NÓS-UP. Pois nom, se ides perder três deputados, vós sodes os únicos responsáveis. E ao caralho. NÓS-UP nom se vai desculpar de nada com Galiza Nova. E obviamente, se o teu amigo anda a procurar camorra, nom pretenderás que nom se lhe conteste convenientemente. Ah! Esquecim-me antes de desmentir outra das falsidades que antes deixaches escritas aquí. NÓS-UP sim participou no dez de Março, aliás de ter feito um acto próprio, com bem se pode comprovar na web. Bom, espero hoje poder escrever sobre as eleiçons.

 
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