Poema de Ramiro Vidal Alvarinho
O FOGAR RECUPERADO DAS IDEIAS
É fermoso construir-te, construir-me. Reciclar trabalho morto para lhe dar de novo sentido. Catarquizar-me com suor e ilusom para limpar-me de alienaçom. Andar os caminhos cara um mundo novo. Dessenhar a minha liberdade. Dignificar a tua história. Ensaiar os plurais da dissidência. Redefinir cada umha das tuas pedras. Encher de vida cada um dos teus recunchos. Reconstruír a minha dimensom social. É fermoso construir-te e que me construas. É fermoso voltar ao fogar.
É fermoso construir-te, construir-me. Reciclar trabalho morto para lhe dar de novo sentido. Catarquizar-me com suor e ilusom para limpar-me de alienaçom. Andar os caminhos cara um mundo novo. Dessenhar a minha liberdade. Dignificar a tua história. Ensaiar os plurais da dissidência. Redefinir cada umha das tuas pedras. Encher de vida cada um dos teus recunchos. Reconstruír a minha dimensom social. É fermoso construir-te e que me construas. É fermoso voltar ao fogar.

3 Comments:
Que bem ler-te, Ramiro! Este blog promete, com certeza. Obrigada por falar de mim por aí. Muitos beijos :)
Xa teño eu tamén blog!! (todo por dicirmo en Monforte..., e as ganas xa as levaba dentro...) aish!, un bico enorme :)
É fermoso este poema. E lémbrame un de Claudia Castro. Ou o de Claudia lémbrame o teu. Ela tamén virá a Poio. Vai ser un "día grande". Beixos.
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