sábado, setembro 11, 2004

Post sem título

Hoje nom ando como para pensamentos profundos... dizer que ando como menino com brinquedo novo com o contador que baixei e que o Alberte Momán me ajudou a instalar...fai-me ilusom ver como o contador medra, como vai dando dados de quem me visita, desde onde, como chega até a página...é umha cousa que sempre me subscitou curiosidade e agora tenho oportunidade de achar respostas a todas essas perguntas.

Estou a lidar com as sequelas de umha noite de troula e toca repôr forças para esta noite, assim que nom me extenderei muito com este post...sim que direi que me resultou emocionante escuitar a carrada de peripécias pessoais que me contarom em relaçom à feliz ideia que tivem de fazer-lhe a Manuel María a modestíssima homenagem que lhe tributei no meu blog...o que contam Alberte, Elvira e Alízia, pode servir como mostra. A todo o mundo na Galiza lhe trai algum tipo de recordo este poema musicado por Fuxan os Ventos. A mim também, claro. Mas a última peripécia passada com este poema foi o próprio post, e corro o risco de que nom me acreditedes, mas vou-no contar igual. Eu abrim o poemário Terra Chá, e dim de fozinhos com o poema. Abro, para postar algo do Manuel María ao açar, e nada mais abrir o livro...pumba!!! “O Carro”. E eu dixem...”Pois tem que ser este; nom se fale mais”.

Bom, pois agora marcho para a cama, nom sem antes anunciar-vos que justo umha semana depois do recital em Poio, estarei recitando na mesma paróquia onde fum baptizado...casualidades da vida...de todos os jeitos, nom é esta umha questom que tenha um significado especial para mim, como já suspeitaredes. O que sim tem certo morbo para mim, é o facto de voltar a uns cenários dos que estivem alonjado bastante tempo, mas que há muitos anos forom testemunha das minhas argalhadas de cativo. Sam Joam de Filgueira, as instalaçons abandonadas da RENFE, os caminhos e ruas desta paróquia ainda mais rural que outra cousa...aquilo para mim era um universo de liberdade onde dar rédea solta às minhas ocorrências...alí estarei o dia 25, com Alberte Momán e Elvira Riveiro. Também com Óscar Antón Pérez e María José Fernández. Precisamente outro aliciante especial para mim é o re-encontro com María José. Andivo algo fraquinha de forças ultimamente, por questons que espero que já vaiam sendo superadas, e agora por fim, depois de um tempo de relaçom epistolar e umha longa etapa de silêncio, vou-na conhecer em pessoa. A mim isto fai-me umha inorme ilusom.. Maria José, se lês isto um saúdo e miles de beijos. O recital vai ser no local social da paróquia de Sam Joam de Filgueira (Ferrol) o dia 25 de Setembro às 19 horas.

1 Comments:

At 8:51 PM, Blogger velaquí as serpes do amor said...

ali estaremos (a ver, espero estar, que nos últimos días non me apetece moito "exibirme" en recitais, xa se verá...)Boh, sempre vou a todo, non sei para que digo nada...
(eu quero tamén ese ego-contador xa!)

 

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